Saiba tudo sobre marketing

Saiba tudo sobre marketing

Embora seja uma estratégia muito necessária para qualquer empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande, o marketing precisa ser esclarecido para que muitos empreendedores possuam o utilizar de forma clara em seus negócios.

Com o objetivo de fazer isso, elaboramos este pequeno texto sobre o assunto.
Falaremos sobre todas as informações relevantes sobre o tema: o que é o marketing, objetivos do marketing, história do marketing, tipos de marketing, canais de marketing e ferramentas de marketing. Continue lendo e confira!

O que é marketing

Segundo a AMA — American Marketing Association, marketing pode ser definido como “atividade e conjunto de processos e instruções para criar, entregar, comunicar e trocar ofertas que apresentem valor para consumidores, parceiros, clientes e sociedade em geral”.
Segundo o The Chartered Institute of Marketing, do Reino Unido, a definição de marketing é “processo de gerenciamento responsável pela identificação, antecipação e satisfação das necessidades do cliente, com lucro”.
A definição demonstra que o termo é muito abrangente e não está relacionado diretamente com a venda de produtos para clientes, o que muitos pensam e que está, na verdade, voltado para o setor de vendas, especificamente.

Dessa maneira, o marketing trabalha com o objetivo de gerar valor para determinado produto ou marca, que ocorre com a mudança de percepção do público em relação ao custo-benefício de uma empresa. Além disso, vale destacar que o lucro é parte elementar do processo. Se as ações não gerarem lucro, então não é marketing.

Podemos destacar então uma importante característica do marketing: as necessidades do cliente. Elas são próprias ao ser humano e embora tenha-se a falsa impressão por alguns, o marketing não cria estas necessidades. As identifica e percebe as carências das pessoas para suprir estas lacunas. Ou, como Phillip Kotler destaca, “suprir necessidades gerando lucro”.

Todavia, vale destacar que o marketing pode ser adotado por empresas que não apresentam fins lucrativos, como ONGs e instituições públicas, por exemplo. Para estes casos, o marketing age com o objetivo de conseguir retorno com fortalecimento da marca e engajamento.

Objetivos do marketing

Falaremos agora sobre os principais objetivos do Marketing. São eles: engajar
colaboradores, educar o mercado, construir boas relações, gerenciar uma marcar, aumentar a visibilidade, fidelizar clientes e vender mais.

Engajar colaboradores

Apesar de ser voltado, majoritariamente, para o público externo, o marketing também atua sobre a parte interna da empresa, isto é, os colaboradores. Esse marketing é conhecido como “endomarketing”. Dessa maneira, os colaboradores trabalham de forma mais descontraída e, portanto, tendem a produzir mais.

Educar o mercado

As estratégias de marketing da atualidade têm como principal objetivo estabelecer uma relação de autoridade da marca perante o seu nicho. Dessa maneira, elas são capazes de educar seu mercado consumidor para adoção das soluções que julgam mais adequadas para determinadas problemáticas.

Construir boas relações

Para que um cliente se seja fidelizado, é necessário que seja construída uma boa relação entre a marca ou empresa com ele. Dessa maneira, um dos principais elementos capaz de fazer isso é o marketing, que constrói, passo a passo, uma relação saudável entre cliente e empresa.

Gerenciar uma marca

O marketing está ligado diretamente ao branding, que é a construção de uma marca na mente das pessoas — e a sua ideia. E para que isso ocorra, é necessário tornar os propósitos e valores da marca tangíveis por meio de estratégias de marketing.

Aumentar a visibilidade

Um velho ditado afirma “propaganda é a alma do negócio”. E é exatamente isso que o marketing demonstra. Produtos similares podem ter níveis de vendas muito diferentes um do outro se em um o marketing for muito bem trabalhado e no outro não.

Fidelizar clientes

Tão importante quanto realizar a venda está a fidelização do cliente, que é quando aquele cliente retorna para a empresa para comprar o produto ou serviço diversas vezes. Além do aumento das vendas que isso ocasiona, temos a transformação do cliente em um potencial promotor da marca.

Vender mais

Por fim, temos o objetivo que é encarado por muitos como o principal: fazer com que a empresa ou marca venda mais. O marketing apresenta e torna a solução apresentada pela marca atraente para um número maior de pessoas, que observa e se sentem atraídos a fechar negócio com a empresa.

História do marketing

Embora a origem do marketing seja muito associada a meados do século XX, ele já existia desde as primeiras civilizações. No fim da idade média, por exemplo, após o renascimento urbano que ocorreu sobretudo na EUROPA, as cidades começaram a crescer e a consolidar as práticas comerciais — o que levou a uma maior necessidade por estratégias de marketing para as empresas.

Apesar do ramo ainda não estar consolidado e não existirem profissionais de
marketing, algumas estratégias já eram praticadas. Pequenos comerciantes
começaram a elaborar e praticar estratégias para chamar atenção de mais
consumidores.

Com a transformação sofrida pela sociedade a partir da Revolução industrial, a ideia de marketing para produtos começou a amadurecer na sociedade. Começaram a surgir diversas teorias e métodos para administração de empresas, que buscavam maior eficiência e produtividade para as mesmas.

Como as máquinas tinham solucionado o problema da produção, era necessário, naquele momento, fazer com que os produtos ofertados encontrassem a demanda.

Desse modo, começa a se realizar as primeiras estratégias de destruição e venda e o marketing começa a surgir de forma propriamente dita.
O processo vai amadurecendo até o século XX, com a consolidação da economia de mercado. Então surge o marketing como área formal no mercado de trabalho e nas faculdades e universidades de todo o mundo. No início o marketing era voltado quase que exclusivamente para as vendas. Com o tempo, ele passou a ser segmentado e organizado da forma como conhecemos hoje — embora ele evolua constantemente.

Durante esse processo, o marketing foi utilizado de forma indevida muitas vezes. Charlatões utilizaram estratégias para ludibriar os consumidores, o que acabou, de certa forma, gerando uma imagem negativa do marketing para o público geral.

Conforme o estudo do marketing foi se consolidando, outras disciplinas foram
inseridas nas investigações. Uma das primeiras delas foi a psicologia. Walter Dill Scoot foi o maior expoente nesse sentido, levando maior poder de persuasão a propaganda. Desenvolveu estratégias que foram utilizadas em larga escala por empresas durante a primeira metade do século XX.

Após o amadurecimento da população enquanto consumidora, as empresas passaram a se preocupar com a satisfação dos consumidores. Foi então que Peter Drucker, considerado por muitos o pai da administração moderna, destaca que as empresas não devem buscar “vender a qualquer custo” e que boas estratégias não devem ser voltadas para essa intenção.

Isso ocorre pois clientes insatisfeitos dificilmente voltam a adquirir determinado produto, o que acaba com o planejamento da marca para o médio e longo prazo.

Ao longo da história do Marketing, tivemos 4 tipos de marketing. São eles o Marketing 1.0, Marketing 2.0, Marketing 3.0, Marketing 4.0.
O marketing 1.0 ocorreu quando as empresas estavam focadas na produção e em seus produtos. Elas olhavam, basicamente, apenas para si. Nesse período, não existia tantos produtos no mercado, tampouco tantas empresas. Dessa maneira, não era necessário se preocupar com construção de marca, personalização e segmentação do mercado. A ordem era massificar e divulgar a marca.

No marketing 2.0, as empresas já percebem que é necessário entender as
necessidades dos consumidores. Aqui os consumidores se tornam mais maduras e não aceitam qualquer estratégia de divulgação das empresas. Surge então a segmentação do mercado e definição do público alvo.
O marketing 3.0 entra em cena com o advento da internet. Os clientes deixaram de ser vistos como alvos ou por segmentos, mas como seres humanos que precisam ser atraídos para um determinado fim.

E, finalmente, tivemos o marketing 4.0, fortemente influenciado pela cultura digital. Nesse estágio, a internet está em todos os momentos das nossas vidas. Dessa maneira, o marketing 4.0 está relacionado com essa hiperconectividade e estuda modos para utilizá-la para melhorar o valor da marca.

Tipos de marketing

Como uma área de estudo muito ampla, o marketing se dividiu em diversos tipos. Listamos a seguir os principais deles:

  • Marketing de Produto;
  • Marketing Multinível;
  • Marketing Social;
  • Marketing de Guerrilha;
  • Marketing nas redes sociais;
  • Marketing de relacionamento;
  • Endomarketing; Marketing Pessoal;
  • Marketing direto e indireto;
  • Marketing digital;
  • Marketing de Conteúdo;
  • Marketing Inbound;
  • Marketing Outbound.

Ferramentas de marketing

Para que o marketing seja aplicado de forma eficiente, é necessário conhecer e utilizar de forma adequada as principais ferramentas de marketing. São elas a análise da concorrência, gestão de redes sociais, mídia paga, SEO, E-mail Marketing, Análise de dados, Automação de Marketing e o CRM — Customer Relationship Management.

Sendo assim, o marketing é uma ferramenta muito necessária para alavancar o crescimento de determinado negócio. Todavia, se ele for aplicado sem critérios, será ineficiente e gerará gastos necessários. É importante conhecer os seus fundamentos e como ele funciona para que os resultados sejam os melhores possíveis.

Gostou do que leu neste artigo sobre o marketing? Então leia o nosso texto sobre a diferença entre o marketing e vendas!

Conheça a diferença entre Marketing e Vendas

Conheça a diferença entre Marketing e Vendas

Para gerar receita para um negócio, várias alternativas podem surgir. Em geral,
pensamos logo no setor de vendas.

Quanto mais vendermos os serviços ou produtos que a empresa produz, maiores serão os lucros. Contudo, não é o único setor capaz de aumentar a receita da empresa. O marketing, por exemplo é fundamental. E apesar de ambos os setores atuarem de forma junta e, por vezes, integradas, eles se diferenciam. Você sabe qual a diferença entre marketing e vendas?

Para que você compreenda as principais diferenças entre um e outro, preparamos este artigo para acabar de vez com todas as dúvidas que você possa ter sobre o assunto! Falaremos sobre o conceito de marketing e o conceito de vendas, como preparar a venda com o marketing. Por fim, destacaremos a importância de ambos os setores estarem alinhados e como eles podem e devem conviver pacificamente. Confira!

O que é o setor de Marketing?

O marketing consiste em um conjunto de estratégias e técnicas que visam conquistar e fidelizar os consumidores da empresa, assim como elevar o grau de confiança da marca. Por conta da importância do marketing, qualquer empresa que tenha ambição em crescer e se consolidar no mercado deve contar com um bom departamento, que tenha bons profissionais e aplique estratégias modernas.

Os profissionais do setor, que acompanham as variações das características do mercado e dos consumidores, necessitam estar alertas quanto ao surgimento de novos padrões e tendências. Atualmente, para otimizar esse ponto, muitas empresas têm utilizado o Marketing Digital.

Assim, o setor de marketing é aquele setor da empresa responsável pela elaboração de estratégias para alcançar pessoas e torná-las clientes do negócio. Age também sobre os que já são clientes da empresa, com o objetivo de fidelizá-los. Isso impacta diretamente no setor de vendas, que tem seu serviço facilitado por tratar com clientes em potencial, e não com qualquer um, mesmo aqueles que não tem afinidade com o produto ou serviço do negócio.

O que é o setor de Vendas?

Apesar de ter uma ação muito parecida com o setor de marketing, o departamento de vendas tem algumas diferenças basilares. Segundo a Associação Americana de Marketing, o setor de vendas está relacionado diretamente com a direção, planejamento, controle de venda pessoal — incluindo seleção, recrutamento, treinamento —, providência de recursos, determinação de todas, delegação, supervisão, motivação e pagamento, entre outros.

De forma direta, o setor de vendas é aquele que visa, diretamente, alcançar os
trabalhadores que atuam na linha de frente da empresa. Em uma empresa de venda de veículos, por exemplo, o setor de vendas é aquele responsável por vender os automóveis — e não em gerar imagem para que a empresa se torne confiável para atrair clientes.

Podemos destacar que o marketing é um serviço anterior às vendas. Isto é, vai
preparando e atraindo o potencial cliente para a empresa, por meio de conteúdo útil e relevante (Marketing Inbound), ou por meio de anúncios e comunicação direta com as pessoas (Marketing Outbound). A primeira estratégia costuma utilizar as mídias digitais, enquanto a segunda costuma usar canais de comunicação tradicionais, como telefone, e-mail, panfletos e outdoors.

Após esta primeira etapa, realizada pelo marketing, o setor de vendas recebe os clientes de forma mais direcionada, e, a partir de então, age seguindo as suas próprias estratégias e técnicas, tentando realizar o maior número de vendas possíveis com os clientes que aparecem na empresa.

Marketing e vendas são melhores quando agem de forma conjunta?

Como você pode concluir a partir da leitura sobre do que se trata um setor e outro, deve concordar que é evidente que eles atuam de forma melhor quando agem de forma conjunta. Afinal, se o marketing prepara o terreno para o setor de vendas atuar, o ideal é que ambos conversem e destaquem quais são os pontos que precisam serajustados e o que está ocorrendo bem.

Por exemplo, o setor de vendas pode destacar que os clientes que chegam até eles não são ideias e o produto não está sendo anunciando de maneira correta. Vamos usar o exemplo de uma concessionária de automóveis, cujo foco são veículos de rally.

O perfil de potenciais clientes devem ser pessoas jovens, que praticam a atividade, ou pessoas que moram no campo e em fazendas e necessitam de carros mais altos e com mais força para realizarem os trajetos diários.
Contudo, em vez desse público-alvo, se a concessionária passar a receber muitas famílias que moram na região central da cidade, algo de errado com o setor de marketing tem ocorrido. O mais provável é que se tenha passado uma imagem equivocada sobre o produto. Carros de rally não foram feitos para andar não cidade.

Consomem muita gasolina e não oferecem tanto conforto quando os sedans, por exemplo.

Dessa maneira, mesmo que as vendas sejam realizadas, dificilmente o cliente será fidelizado, pois ele não ficará satisfeito com o produto. Assim, além do número de vendar cair, os clientes que retornaram para comprar outro automóvel na empresa também diminuirão.

É importante, nesse caso assim como em todos os outros, que o setor de vendas converse com o setor de marketing e relate o problema. “Os clientes que têm aparecido não são nada parecidos com os que precisam de um carro de rally”. “Os clientes têm reclamado bastante do consumo do jipe com gasolina e da dificuldade de estacioná-lo na cidade”. Assim o marketing revê a estratégia e a melhora.

Contudo, pode ocorrer o contrário. Ou seja, o setor de marketing realizar tudo de forma acertada, mas o setor de vendas não fazer sua parte. Assim como no exemplo anterior, os profissionais de ambos os departamentos devem sentar e conversar sobre o problema. Então surge um novo desafio: a convivência pacífica entre os setores, que explicaremos de forma mais detalhada a seguir.

Qual a importância da convivência pacífica entre ambos?

Como você pode perceber anteriormente, é normal que existam divergências e que um setor acabe vendo incongruência ou mesmo falhas na ação do outro setor. Dessa maneira, é comum que existam conflitos entre os setores, especialmente se os profissionais não estiverem amadurecidos na cultura da empresa.

Assim, é importante que a empresa trabalhe uma cultura para que as conversas se tornem comum e as correções de estratégias sejam realizadas de forma conjunta, com o objetivo de alcançar um bem maior, que é aumentar o número de vendas, sem que para isso ocorram brigas entre os setores. Afinal, uma empresa harmônica tende a ser muito mais eficiência do que uma empresa marcada pela cisão.

Estratégias para que o relacionamento seja pacífico entre os setores são várias. Variam desde a reunião corriqueira entre os setores até a incentivos para que o aumento de vendas beneficia os profissionais de ambos os setores — como bonificação por crescimento de vendas.

Sendo assim, entender a diferença entre marketing e vendas é fundamental para otimizar ambos os setores. Contudo, não significa que você deva escolher um em detrimento do outro.

É extremamente importante que o marketing e vendas sejam utilizados de forma conjunto, com o objetivo tanto de otimizar o marketing (para aumentar a porcentagem de vendas), quanto para melhorar o próprio setor de vendas, criando assim um ciclo de melhorias em ambos os setores, que só tem a contribuir para o crescimento da empresa!

Gostou do que leu neste artigo sobre o marketing e vendas?
Então leia o nosso texto sobre o que é marketing e o nosso artigo sobre o que é vendas.

Saiba tudo sobre Marketing Inbound

Desde a década passada, o Marketing Inbound entrou em moda, ou pelo menos o termo ficou mais conhecido. Contudo, ainda tem muita gente que não sabe o que realmente é o Marketing Inbound, como ele funciona e quais são as suas principais características, vantagens e desafios.

Com o objetivo de lançar luz sobre o tema, fizemos este breve artigo falando tudo que você precisa saber sobre o Marketing Inbound. Ficou curioso? Então leia o artigo e conheça tudo sobre o assunto!

O que é Marketing Inbound — ou Marketing de Atração

O elemento chave do Marketing Inbound é a atração. Ou seja, os anúncios das
empresas ocorrem por meio da atração de potenciais clientes. Para isso, esta
estratégia de marketing utiliza conteúdo relevante. A partir desse momento, as pessoas tendem a se sentir mais confiantes para estabelecer uma relação com a empresa, que pode levar em uma venda.

Assim, o Marketing Inbound transforma personas (clientes ideais) em clientes de fato do empreendimento. Além disso, facilita a promoção destes em promotores da marca. E o melhor, de forma totalmente voluntária!

Origem do Marketing Inbound

Embora tenha sido formalizado em meados dos anos 2000, práticas do Marketing Inbound vem sendo adotadas por profissionais do ramo, deforma inconsciente, pelo menos desde a década de 1990. De modo formal, o termo foi cunhado por Brian Halligan, cofundador da Hubspot, uma atual gigante do marketing mundial.

Todavia, na década de 1990, os principais fundamentos do que conhecemos hoje por Marketing Inbound já haviam sido concretados, especialmente no livro “Permission Marketing” (Marketing de permissão, em tradução literal), de Seth Godin. Para quem deseja se aperfeiçoar na área, vale a pena dar uma conferida na obra.

O certo é que o conceito de Marketing Inbound ou “Marketing de Atração” surge em paralelo aos Marketing Digital e a relação entre o consumidor e a publicidade na era digital. Nesse caso, temos dois elementos muito característicos, a comunicação online e o internauta.

Castells é um dos maiores autores em comunicação da academia contemporânea. Segundo ele cada geração apresenta sua própria linguagem, que reflete a forma com enxergam e vivem o mundo. Dessa maneira, a geração que cresceu após a década de 1980 compreende o mundo e se comunica de acordo com a sua relação com a internet. Temos então, internautas e a comunicação online.

Além de paradigmas sociais, esses novos tipos de interação mudou a forma de consumo e, com isso, foi necessário atualizar e criar novas estratégias de marketing. E então, foi percebido que o novo consumidor não deseja ser interrompido, mas sim atraído para o produto ou serviço pelo qual tem interesse.

Vantagens do Marketing Inbound

Agora destacaremos as principais vantagens do Marketing Inbound. São eles a diminuição de custos, o clico de vendas mais curto, maior poder de persuasão, aproximação com clientes e alcance do público certo.

Diminuição de custos

Uma vantagem muito importante do Inbound é a sua diminuição de custos, uma vez que as estratégias Inbound apresentam um custo bem menor que os instrumentos do marketing tradicional. Todavia, vale destacar que o retorno do Inbound é bem mais demorado, pensado para o longo e médio prazo.

Ciclo de vendas mais curto

Embora seja elaborado principalmente para o longo prazo, as estratégias Inbound, quando bem planejadas e executadas, levam a um ciclo de vendas mais curto. Isso ocorre pois o conhecimento da empresa, o que ela faz, a curiosidade em conhecer as suas soluções, consideração e escolha da marca ocorre de forma mais rápida, devido, sobretudo, à estratégia de aproximação com o cliente.

Maior poder de persuasão

Comparado com estratégias do marketing tradicional, há maior poder de persuasão por parte do Marketing Inbound. Isso ocorre devido a estratégia preparar o terreno para a criação de maior autoridade da empresa quanto ao assunto, aumentando sua influência durante a aproximação com o cliente.

Aproximação com clientes

Como conseguir vender mais se a sua empresa não consegue se aproximar dos clientes? Assim, uma grande vantagem do Marketing Inbound é permitir que a empresa se aproxime do cliente de forma natural, oferecendo para estes, conteúdos relevantes e apresentando, na hora certa, soluções, produtos e serviços para aliviar as dores da persona.

Alcance do público certo Além de alcançar um público grande, o Marketing Inbound se destaca por alcançar o público certo. Dessa maneira, em vez de atrair qualquer um entre o grande público, as estratégias Inbound tem como característica fundamental a atração de pessoas que apresentam potencial de compra futura.

Processos do Marketing Inbound

O processo do Marketing Inbound pode é dividido em quatro etapas: atração,
conversão, vendas e encantamento. A primeira fase está relacionada com conseguir tráfego qualificado para os canais digitais. Dessa maneira, a primeira etapa da estratégia Inbound é fazer com que pessoas do público geral se tornem visitantes regulares. E isso é realizado por meio de conteúdo relevante.

Posteriormente, é necessário fazer a conversão, ou seja, que os visitantes
conseguidos se transformem em leads — oportunidades reais de venda. Em seguida, temos a fase das vendas, que ocorre quando os leads são nutridos usando mais conteúdo relevante e chega ao estágio avançado para efetuar a venda do produto ou serviço.

Por fim, temos a frase do encantamento, que consiste na alimentação da relação do cliente com a marca mesmo após o processo de compra. Inicia-se uma nova jornada para que o cliente, voluntariamente, se torne um promotor da marca e atraia mais clientes para o negócio.

O funil de vendas

O funil de vendas é um termo utilizado para compreender os vários estágios que um cliente experimenta com uma marca. Em primeiro lugar, temos o topo (aprendizado e descoberta); meio (consideração e intenção) e fundo (avaliação e decisão).

No topo do funil, a persona (cliente ideal) nem imagina que necessita de um produto ou serviço, mas reconhece que está com algum problema a ser solucionado. Cabe então às estratégias de Inbound marketing apresentar a empresa como autoridade no assunto.

No meio do funil, é necessário que as estratégias de Inbound Marketing levem a persona a considerar a marca e aquela solução específica para o seu problema. Para isso, é necessário se aprofundar mais sobre o tema.
Por fim, temos o fundo do funil, que é quando os conteúdos devem ser mais diretos e voltados para a avaliação e decisão da persona para fazer a compra do serviço ou produto da empresa e marca.

Como mensurar resultados

Uma das principais vantagens do Marketing Inbound, e também uma das maiores responsabilidades de quem trabalha com isso, é fazer a mensuração dos resultados de forma contínua.

A falta de acompanhamento dos resultados do Marketing Inbound atrapalha as estratégias a serem executadas pela marca, o que torna o processo de otimização e ajuste das estratégias mais demorado e ineficiente — e mais caro.

Para fazer a mensuração, é necessário utilizar os indicadores-chaves de desempenho, mais conhecidos como KPIs. Dessa maneira, ao utilizar estes instrumentos, é possível tornar o processo mais eficiente, ágil, além de cumprir na redução de custos para que metas sejam alcançadas.

Principais ferramentas de Marketing Inbound

Para que a estratégia Inbound apresente melhores resultados, é importante contar com ferramentas eficientes. Dessa maneira, apresentamos aqui as principais opções gratuitas que você deve utilizar.

Ferramentas de SEO

Search Engine Optimization, mais conhecido pela sua sigla, SEO, consiste em um conjunto de estratégias utilizadas para que os mecanismos de busca na internet sejam otimizados. Vamos supor que você tenha uma empresa de carros na internet e desenvolveu diversos blog posts para o site.

Dentro de cada um destes blog posts, é importante que sejam incluídas diversas estratégias para que pessoas que buscam por assuntos relativos a carros encontrem os conteúdos relevantes da sua empresa e comecem a aproximação com a marca.

Assim é necessário, desenvolver conteúdos para a persona que, com o SEO, o
encontrará de forma mais fácil.

Automação e e-mail marketing

A automação do e-mail marketing compreende uma grande ferramenta para o Inbound Marketing. Entre as principais ferramentas que realização essa função, temos o Mailchimp, RD Station e Hubspot.

O Mailchimp é um dos softwares de e-mail marketing mais conhecidos do mundo. Além disso, apresenta uma versão gratuita que oferece muitas vantagens e é uma boa pedida para quem não deseja gastar com o software.
Já o RD Station é produzido pela Resultados Digitais. É o sistema mais conhecido e utilizado e isso se deve ao fato do software ser completo e por suportar planos robustos para empresas de todos os tipos.

Por fim, temos a Hubspost, uma gigante do marketing digital que possui um dos principais sistemas de automação de marketing do mundo. Dispõe de todas as ferramentas que você necessita, desde o início até o fim da jornada do cliente.

Ferramentas para blog

Sendo assim, o Marketing Inbound se tornou uma estratégia muito necessária para os dias atuais, especialmente pelas mudanças que ocorreram após a segunda metade do século XX — a chamada cultura digital. Apresenta resultados no médio e longo prazo e, portanto, deve ser utilizado por empresas que pensam um pouco à frente?

Gostou desse texto? Então conheça a diferença entre Marketing Inbound e Marketing Outbound!

Conheça a diferença entre Marketing Inbound e Marketing Outbound

“Propaganda é a alma do negócio”. Você já deve ter ouvido falar nessa expressão. E ela é muito verdadeira. Contudo, é necessário que você faça o uso da propaganda de forma adequada. O marketing da empresa, que está relacionado à imagem do negócio e das estratégias necessárias para que você aumente as vendas, se divide entre Marketing Inbound e Marketing Outbound.
Com o objetivo de esclarecer melhor sobre eles, além de apresentar suas principais diferenças e vantagens, fizemos este breve artigo especialmente para você. Continue lendo e confira!

Principais características do Marketing Inbound

Marketing Inbound foi o termo criado no ano de 2005 por Brian Halligan, um dos fundadores da Hubspot (Empresa especializada em Marketing).

Todavia, Peter Druker, outro importante nome do marketing mundial, já tinha  concretado as fundações do que viria se tornar o Marketing Inbound. Em seu livro “Marketing de Permissão”, de 1999, destaca princípios que, posteriormente, passaram a nortear o Marketing Inbound.

Druker e Halligan perceberam que a cultura digital mudou a forma em que o marketing deve ser feito. As pessoas devem ser atraídas para o produto ou serviço para o qual tenham interesse.

De forma resumida, clientes devem ser atraídos por meio de conteúdo útil e relevante. A partir do momento em que as pessoas são impactadas e atraídas por conteúdo útil e relevante, elas começam a permitir que a empresa se aproxime mais, construindo um relacionamento entre ambos que, em muitos casos, resulta em uma venda.
A porcentagem de conversão varia de acordo com cada estratégia utilizada, assim como a combinação entre estratégias.

Para que o termo fique ainda mais claro para você, lembre-se que ele pode ser
traduzido simplesmente como “Marketing de Atração”. Ou seja, estratégias de
marketing realizadas para que pessoas sejam atraídos para a empresa e se tornem possíveis clientes.

Dessa maneira, o Marketing Inbound deve atrair pessoas para que então possa apresentar soluções e converter estas pessoas em clientes ou até mesmo divulgadores da empresa.

Principais características do Marketing Outbound

 

O Marketing Outbound age de modo completamente oposto ao Marketing Inbound. Isto é, ele não tem caráter passivo e de atração, mas de prospecção ativa. Na prospecção ativa, a empresa identifica os potenciais clientes do negócio e os aborda de forma direta.

Dessa forma, o Marketing Outbound age de forma direta sobre o perfil do cliente ideal da empresa. Este perfil ideal é criado seguindo uma série de parâmetros previamente estabelecidos, conectados com as características dos clientes que se adaptam melhor em cada situação.

Vamos imaginar que uma escola popular de bairro deseja fazer uma estratégia de Marketing Outbound para que consiga mais alunos. Dessa forma, ela deve entrar em contato com pais que buscam por escolas com bom custo-benefício. O contato pode ser feito de diversa formas, desde panfletos, banners, e-mails ou mesmo telefonemas.

No marketing contemporâneo, é muito comum a utilização dos meios digitais para o marketing Outbound. Sabe aquelas propagadas de plataformas como o Youtube que aparecem? Consistem em um claro exemplo de Marketing Inbound. Afinal, você é parado para que possa notar o produto ou serviço em questão.

Conheça as principais diferenças entre o Marketing Inbound e Marketing
Outbound

 

Enquanto o Outbound Marketing compreende práticas e ações no Marketing que estamos acostumados a ver, como anúncios, contatos por telefone, estandes de vendas em eventos, e-mail, o Inbound utiliza técnicas contemporâneas para atração do público, especialmente no que diz respeito a produção de conteúdo útil e relevante.

De maneira geral, os custos para o Marketing Outbound são bem mais elevados. Além disso, é difícil quantificar os resultados das ações desse tipode marketing. Por outro lado, os custos do Marketing Inbound costumam ser bem menores e osresultados podem ser quantificados de forma mais precisa e com maior agilidade. Os meios utilizados são blogs, rede sociais e e-mail.

Como você pode perceber na tabela anterior, uma das principais diferenças entre o Marketing Inbound e o Marketing Outbound é a comunicação.

A primeira, por ser mais próxima ao cliente ideal, é aberta e propicia que os clientes se engajem nos assuntos relativos do negócio. Já na segunda, a empresa faz o anúncio e o cliente o recebe, com pouca ou nenhuma interação.

Outro ponto que devemos destacar a duração da ação entre um e outro. No Inbound,o relacionamento é duradouro. São elaboradas várias estratégias para alimentar o relacionamento entre a empresa e o possível cliente, entregando material útil e relevante de forma contínua nos momentos mais adequados.

No Outbound, a experiência de consumo é interrompida para que seja feita a venda, o que pode causar certo desgaste na relação de consumo.

Por fim, devemos destacar a diferença entre o engajamento entre uma estratégia e outra.

Vantagens do Marketing Inbound

O Marketing Inbound é cada vez mais utilizado por empresas de diversos segmentos. E isso se deve, principalmente, por seus inúmeros benefícios. Destacamos:

  • Diminuição dos custos, por adotar estratégias mais baratas que o marketing
    tradicional;
  • Ciclo mais curto de vendas, ou seja, diminuição do tempo necessário para
    levar um cliente a comprar o serviço ou produto;
  • Maior poder de persuasão. Por adotar uma comunicação aberta e próxima ao
    cliente ideal, o poder de persuasão do Marketing Inbound costuma ser muito
    mais elevado que o marketing tradicional.
  • Alcance do público-alvo. Por trabalhar com perfil do cliente ideal, as ações e
    estratégias do Marketing Inbound tendem a atingir o maior número de
    possíveis clientes;
  • Clientes que utilizam rede social tem maior poder aquisitivo que clientes que
    não as utilizam, como indica o estudo de Kathleen Schaub, de 2014.

Vantagens do Marketing Outbound

Apesar de estar aliado a estratégias convencionais, o Marketing Outbound apresenta diversas vantagens, que o fazem ser uma excelente alternativa em diversas ocasiões.
Entre os principais benefícios deste marketing, destacamos:

    • O Marketing Outbound precisa de menos tempo para gerar resultado. Para
      vendas rápidas, este marketing deve ser inserido como estratégia;
    • Facilidade para encontrar mão de obra, uma vez que o Marketing Outbound
      está muito ligado ao marketing tradicional;
    • Atinge pessoas que não estão ligadas às redes sociais.


Saiba qual deles é o melhor para a sua empresa

Não existe marketing melhor ou pior para sua empresa. Cada estratégia deve ser adotada para uma finalidade distinta. O ideal é que o marketing seja bem feito, independentemente se for Inbound e Outbound. Todavia, vale destacar que na atual conjectura de negócios e consumo, é ideal que você utilize ambos de forma que um complemente o outro.

Enquanto o Marketing Inbound se mostrou revolucionário pode adequar uma
comunicação do Marketing adequada para a realidade da cultura digital, o marketing Outbound se mostra, desde sempre, uma estratégia que dá resultado. Afinal, empresas de diversos setores ainda continuam a investir pesado nas estratégias convencionais.

Sendo assim, conhecer a diferença entre Marketing Inbound e Marketing Outbound é fundamental para que você aplique estes instrumentos de forma correta e obtenha os melhores resultados possíveis com estas estratégias. Eles devem ser aplicados de forma integrada, complementando um ao outro e aumentando o potencial de vendas dos serviços ou produtos da empresa.

Então leia o nosso texto sobre o que é marketing inbound e e o nosso artigo sobre o que é marketing outbound.